Tipos de relacionamentos: Veja o Glossário Pantys e Entenda!

tipos de relacionamento: aprenda um pouquinho mais com a pantys

Ilustração de duas mulheres com olhos fechados se abraçando

Já bateu aquela dúvida sobre qual era o status daquele "sentimento" que estava rolando entre você e outra pessoa, mas que nunca foi discutido para ficar tudo bem explicadinho? A gente te entende, viu? E está tudo bem! Muitas vezes, o que acontece é aquele famoso medo de chegar e perguntar, "e aí, a gente tá o quê...?". Só quem viveu sabe o que é ter essa dúvida.

E desde os primórdios da humanidade, foram criadas diversas disposições e estruturas que dão nome e características às interações entre os seres humanos. Claro que a sociedade popularizou alguns modelos de união entre pessoas e meio que disse "adeus" aos outros. Mas, vamos combinar que muita coisa mudou e hoje temos muito mais liberdade, né? Ainda bem!

Além do mais, saber sobre esse assunto é muito importante para que possamos respeitar as diferenças e aprender com as diversas maneiras de amor e de se relacionar com os outros. Dessa forma, o mundo fica mais leve, com mais respeito e equidade.

Vamos conhecer um pouco mais sobre alguns tipos de relacionamentos? Com detalhes sobre as suas configurações, quais são suas prerrogativas e tudo mais? Continue lendo esse post para ficar por dentro de todos esses detalhes.

tipos de relacionamento e suas particularidades: por que aprender sobre isso?

É aquele ditado, "Conhecimento é poder, amores!". Tá, ok, pode ser que o ditado não seja exatamente assim, mas a ideia é essa! Quanto mais acesso temos à informações sobre diversos assuntos, melhor. Além de que, é fundamental termos ferramentas que nos ajudem a lidar com aquilo que ainda não conhecemos tão profundamente ou que não faz parte da nossa realidade.

E muitas coisas mudam ao longo do tempo, juntamente com a particularidade de cada comunidade e suas crenças. No caso da união entre indivíduos, não é diferente, uma vez que relacionamentos amorosostambém são construções e contratos sociais.

Como falamos acima, se instruir sobre os formatos e disposições que unem seres humanos, além de contribuir para o nosso crescimento pessoal, é uma ótima chance de reconhecer sinais que podem ser preocupantes na convivênciaentre duas ou mais pessoas.

Então vamos lá, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre as principais formas de se relacionar amorosamente com alguém ou "alguéns", amiga! E claro, pode ser que algum deles não esteja presente em nossa extensa seleção, pois existem inúmeras formas de amar – desde que todos que estejam diretamente envolvido se sintam bem.

Por isso, mesmo que a sua maneira de estar com alguém não esteja descrita nessa lista, é sempre importante lembrar que os compromissos firmados entre indivíduos que se amam é que importa. Confira:

1. fechado ou monogâmico

Vista pela sociedade como a maneira mais comum de se relacionar, o modelo monogâmico é facilmente identificável. Isso porque crescemos com exemplos o tempo todo ao nosso redor: casal de pessoas que se relacionam amorosamente e sexualmente somente entre si. Qualquer relação com terceiros é considerada traição.

Quem se identifica com o perfil monogâmico, idealmente, irá se envolver com uma pessoa que compartilha das mesmas ideias. Assim, o casal se compromete, e prefere, manter envolvimento emocional e sexual apenas entre os dois.

2. relacionamento aberto

Cada vez mais presente, o relacionamento aberto tem sido a opção de vários casais que dão preferência a conexões mais livres. Os números de quem se identifica e pratica esse arranjo amoroso têm crescido no mundo todo por proporcionar maior independência em comparação a monogamia.

Nesse caso, o que acontece é o seguinte: os envolvidos concordam em se relacionar com quem quiserem, sem que isso seja encarado de maneira negativa. Isso inclui tudo, tanto a parte emocional, quanto a sexual.

Agora, os detalhes sobre como isso acontece podem variar e serão decididos por cada casal em sua intimidade, com muita conversa. É importante saber se esse relacionamento aberto é para você, se é algo que faz sentido na sua realidade e que te traz satisfação.

3. poliamor

Com uma pegada um pouco mais libertária, o poliamor sugere uma flexibilidade um tanto maior, se é que podemos dizer assim, em relação ao modelo aberto. Nesse caso, o que acontece é que todas as pessoas participantes do relacionamento podem ter outros parceiros ou parceiras ao mesmo tempo.

É mais comum ver trisais que vivem dessa maneira, uns namorando e outros casados. No caso do poliamorismo, os vínculos emocionais são compartilhados entre as três pessoas, assim como as regras de convivência e compromisso.

Vale a pena frisar que, essa forma não convencional de mostrar e viver o afeto em três ou mais indivíduos é diferente da poligamia, ok? Nada de confundir um com o outro depois de ler esse texto. Mas e aí, qual é a diferença?

É que o poliamor não dá preferência a nenhum gênero e não se conforma com a exclusividade. Já a poligamia se refere a homens que são casados com mais de uma mulher, modalidade considerada crime no Brasil, e mais comumente aceita entre as populações mulçumanas. O inverso, ou seja, uma mulher casada com mais de um homem ao mesmo tempo, é chamado de poliandria – muito mais raro de se encontrar pelo mundo, né?

4. relacionamentos assexuais

Talvez algo que muita gente ainda não saiba é, existe sim a orientação assexual. Apesar dos mitos espalhados por aí, é uma forma que permite os indivíduos se relacionarem e possuírem parceiros e/ou parceiras, com valores românticos ou não, sem serem sexualmente ativos.

Isso significa que há sim como manter envolvimentos amorosos com quem se identifica assim, desde que ambas as partes estejam de acordo com os termos propostos pelo casal. O que devemos lembrar é que as expectativas não devem ser criadas baseados em estereótipos ou noções romantizadas sobre o assunto. Para isso, é preciso muuuito autoconhecimento, paciência e diálogo!

5. envolvimento apenas sexual

No caso dessa relação, o que rola é um interesse mútuo em prover e receber prazer sexual, que pode sim ser entre mais de duas pessoas. Também conhecido como o famoso "amigos com benefícios!". A alternativa que une amizade e sexo pode ser muito boa para quem estiver a fim de testar.

Nesses casos, o envolvimento romântico meio que não existe, já que o objetivo desse arranjo é satisfazer seus desejos sexuais com uma pessoa que você já conhece, tem confiança e passa tempos muito agradáveis. Afinal, se já existe a amizade, vocês estão a um passo à frente para fazer isso acontecer.

Mas cuidado, não é incomum que uma das partes acabe desenvolvendo sentimentos mais profundos e não tenha essa expectativa respondida. Por isso, é legal manter a honestidade e saber o que ambas partes querem para que ninguém saia borocoxô no fim das contas, tudo bem?

Então, ao invés de chamar aquele contatinho que você nem tá tão com vontade de ver, que tal chamar alguém do seu círculo de amizades para um filminho e pipoca? Pode ser uma ótima pedida, não é mesmo?

6. namoro à distância: será que não dá certo mesmo?

Olha, agora que chegamos nas pautas mais sensíveis, fica de olho para não perder nada, combinado? Então, muitas vezes ouvimos que esse tipo de coisa não dá certo, que alguém vai acabar traindo e "blá blá blá". Mas não caia nessa! Afinal, é aquela coisa, só quem viveu sabe, né?

Sempre vai haver quem diga que é cilada, que não tem como manter um amor aceso não estando tão pertinho.
Mas tem sim, ein. Claro que tem! Ainda mais com a tecnologia ao nosso lado.

Além de diversificar ainda mais a dinâmica, é uma ótima ideia para matar a saudade e esperar até o dia de se ver. E, vamos combinar, que não existe nada mais gostoso do que rever quem a gente ama depois de um tempo separados. É um grude que só!

7. menção honrosa: relações inter-raciais

Apesar de não ser uma maneira de se relacionar, é importante citar que qualquer relação afetiva que envolve pessoas de diferentes etnias possui alguns aspectos que são diferentes na dinâmica do casal. É fato que o racismo no Brasil tem sim uma grande influência na rotina e na maneira que os envolvimentos entre pessoas de cores diferentes são vistos.

Pontos como a solidão da mulher negra devem ser colocados em cheque, para que as pessoas entendam esse tipo de dor. Muitas vezes, surgem sentimentos de insegurança, medo de ficar sozinha e a sensação de estar sempre em escanteio, afinal, infelizmente as mulheres negras ainda sofrem com uma hipersexualiação de seus corpos e constantemente se deparam com a negação de "companheiros" para às assumirem publicamente. ,

Discutimos um pouco mais sobre esse assunto mega importante nesse texto sensacional que destrincha o relacionamento inter-racial em todas as suas pautas mais importantes, incluindo dados muito relevantes. Vale a pena dar uma passadinha por aqui para entender mais sobre isso.

o mais importante, viva o que te deixa confortável e feliz

No fim das contas, meus amores, o que importa é ser feliz! Não importa de qual maneira seja – desde que não machuque ninguém –, vai com tudo e vive essa paixão! Isso também inclui escolher não ter ninguém, estar consigo e se bastar, viu? Afinal, se amar deve ser sempre prioridade.

Namorar, casar e estar em um relacionamento sem rótulos não é segurança e garantia de felicidade. Então, analise suas prioridades, o que o seu coraçãozinho diz e não tenha medo de curtir. E ao contrário do que diz Tom Jobim, é mais do que possível ser feliz sozinho.

Se você quer saber mais sobre a saúde feminina, relacionamentos, autoconhecimento, sustentabilidade e muito mais, continue por aqui e conheça conteúdos quentíssimos e cheios de coisa boa para aprender e espalhar por aí. Vem com a Pantys, amiga, você vai adorar!

tipos de relacionamento e suas particularidades: por que aprender sobre isso?

É aquele ditado, "Conhecimento é poder, amores!". Tá, ok, pode ser que o ditado não seja exatamente assim, mas a ideia é essa! Quanto mais acesso temos à informações sobre diversos assuntos, melhor. Além de que, é fundamental termos ferramentas que nos ajudem a lidar com aquilo que ainda não conhecemos tão profundamente ou que não faz parte da nossa realidade.

E muitas coisas mudam ao longo do tempo, juntamente com a particularidade de cada comunidade e suas crenças. No caso da união entre indivíduos, não é diferente, uma vez que relacionamentos amorosos também são construções e contratos sociais.

Como falamos acima, se instruir sobre os formatos e disposições que unem seres humanos, além de contribuir para o nosso crescimento pessoal, é uma ótima chance de reconhecer sinais que podem ser preocupantes na convivência entre duas ou mais pessoas.

Então vamos lá, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre as principais formas de se relacionar amorosamente com alguém ou "alguéns", amiga! E claro, pode ser que algum deles não esteja presente em nossa extensa seleção, pois existem inúmeras formas de amar – desde que todos que estejam diretamente envolvido se sintam bem.

Por isso, mesmo que a sua maneira de estar com alguém não esteja descrita nessa lista, é sempre importante lembrar que os compromissos firmados entre indivíduos que se amam é que importa. Confira:

1. fechado ou monogâmico

Vista pela sociedade como a maneira mais comum de se relacionar, o modelo monogâmico é facilmente identificável. Isso porque crescemos com exemplos o tempo todo ao nosso redor.

Quem se identifica com o perfil monogâmico, idealmente, irá se envolver com uma pessoa que compartilha das mesmas ideias. Assim, o casal se compromete, e prefere, manter envolvimento emocional e sexual apenas entre os dois.

2. relacionamento aberto

Cada vez mais presente, o relacionamento aberto tem sido a opção de vários casais que dão preferência a conexões mais livres. Os números de quem se identifica e pratica esse arranjo amoroso têm crescido no mundo todo por proporcionar maior independência em comparação a monogamia.

Nesse caso, o que acontece é o seguinte: os envolvidos concordam em se relacionar com quem quiserem, sem que isso seja encarado de maneira negativa. Isso inclui tudo, tanto a parte emocional, quanto a sexual.

Agora, os detalhes sobre como isso acontece podem variar e serão decididos por cada casal em sua intimidade, com muita conversa. É importante saber se esse relacionamento aberto é para você, se é algo que faz sentido na sua realidade e que te traz satisfação.

3. poliamor

Com uma pegada um pouco mais libertária, o poliamor sugere uma flexibilidade um tanto maior, se é que podemos dizer assim, em relação ao modelo aberto. Nesse caso, o que acontece é que todas as pessoas participantes do relacionamento podem ter outros parceiros ou parceiras ao mesmo tempo.

É mais comum ver trisais que vivem dessa maneira, uns namorando e outros casados. No caso do poliamorismo, os vínculos emocionais são compartilhados entre as três pessoas, assim como as regras de convivência e compromisso.

Vale a pena frisar que, essa forma não convencional de mostrar e viver o afeto em três ou mais indivíduos é diferente da poligamia, ok? Nada de confundir um com o outro depois de ler esse texto. Mas e aí, qual é a diferença?

É que o poliamor não dá preferência a nenhum gênero e não se conforma com a exclusividade. Já a poligamia, é uma prática que envolve o casamento de uma pessoa, com mais de uma pessoa.

4. relacionamentos assexuais

Talvez algo que muita gente ainda não saiba é, existe sim a orientação assexual. Apesar dos mitos espalhados por aí, é uma forma que permite os indivíduos se relacionarem e possuírem parceiros e/ou parceiras, com valores românticos ou não, sem serem sexualmente ativos.

Isso significa que há sim como manter envolvimentos amorosos com quem se identifica assim, desde que ambas as partes estejam de acordo com os termos propostos pelo casal. O que devemos lembrar é que as expectativas não devem ser criadas baseados em estereótipos ou noções romantizadas sobre o assunto.

5. envolvimento apenas sexual

No caso dessa relação, o que rola é um interesse mútuo em prover e receber prazer sexual, que pode sim ser entre mais de duas pessoas. Também conhecido como o famoso "amigos com benefícios!". A alternativa que une amizade e sexo pode ser muito boa para quem estiver a fim de testar.

Nesses casos, o envolvimento romântico meio que não existe, já que o objetivo desse arranjo é satisfazer seus desejos sexuais com uma pessoa que você já conhece, tem confiança e passa tempos muito agradáveis. Afinal, se já existe a amizade, vocês estão a um passo à frente para fazer isso acontecer.

Mas cuidado, não é incomum que uma das partes acabe desenvolvendo sentimentos mais profundos e não tenha essa expectativa respondida. Por isso, é legal manter a honestidade e saber o que ambas partes querem para que ninguém saia borocoxô no fim das contas, tudo bem?

Então, ao invés de chamar um contatinho, que tal chamar alguém do seu círculo de amizades para um filminho e pipoca? Pode ser uma ótima pedida, não é mesmo?

6. namoro à distância: será que não dá certo mesmo?

Olha, agora que chegamos nas pautas mais sensíveis, fica de olho para não perder nada, combinado? Então, muitas vezes ouvimos que esse tipo de coisa não dá certo, que alguém vai acabar traindo e "blá blá blá". Mas não caia nessa! Afinal, é aquela coisa, só quem viveu sabe, né?

Sempre vai haver quem diga que é cilada, que não tem como manter um amor aceso não estando tão pertinho.
Mas tem sim, ein. Claro que tem! Ainda mais com a tecnologia ao nosso lado.

Além de diversificar ainda mais a dinâmica, é uma ótima ideia para matar a saudade e esperar até o dia de se ver. E, vamos combinar, que não existe nada mais gostoso do que rever quem a gente ama depois de um tempo separados. É um grude que só!

7. menção honrosa: relações inter-raciais

Apesar de não ser uma maneira de se relacionar, é importante citar que qualquer relação afetiva que envolve pessoas de diferentes etnias possui alguns aspectos que são diferentes na dinâmica do casal. É fato que o racismo no Brasil tem sim uma grande influência na rotina e na maneira que os envolvimentos entre pessoas de cores diferentes são vistos.

Pontos como a solidão da mulher negra devem ser colocados em cheque, para que as pessoas entendam esse tipo de dor. Muitas vezes, surgem sentimentos de insegurança, medo de ficar sozinha e a sensação de estar sempre em escanteio.

Discutimos um pouco mais sobre isso nesse texto sensacional que destrincha o relacionamento inter-racial em todas as suas pautas mais importantes, incluindo dados muito relevantes. Vale a pena dar uma passadinha por aqui para entender mais sobre isso.

o mais importante, viva o que te deixa confortável e feliz

No fim das contas, meus amores, o que importa é ser feliz! Não importa de qual maneira seja – desde que não machuque ninguém –, vai com tudo e vive essa paixão! Isso também inclui escolher não ter ninguém, estar consigo e se bastar, viu? Afinal, se amar deve ser sempre prioridade.

Namorar, casar e estar em um relacionamento sem rótulos não é segurança e garantia de felicidade. Então, analise suas prioridades, o que o seu coraçãozinho diz e não tenha medo de curtir. E ao contrário do que diz Tom Jobim, é mais do que possível ser feliz sozinho.

Se você quer saber mais sobre a saúde feminina, relacionamentos, autoconhecimento, sustentabilidade e muito mais, continue por aqui e conheça conteúdos quentíssimos e cheios de coisa boa para aprender e espalhar por aí. Vem com a Pantys, amiga, você vai adorar!


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