sobre dançar livremente

sobre dançar livremente | pantys

Hoje nossa dica é sobre uma das formas mais lindas e completas de nos encontrarmos com nosso corpo: a dança!

Já percebeu que estamos sempre exercitando nossa mente, mas, muitas vezes, acabamos deixando nosso corpo em segundo plano? E os motivos são vários: a falta de tempo, o sedentarismo ou até mesmo por não enxergarmos a importância de nos conectarmos com esse corpo físico que nos carrega e tanto faz por nós. Isso pode acabar atrapalhando nossa autoestima e a nossa percepção sobre os sinais que o corpo nos dá.

Quem nos acompanha aqui sabe que sempre estamos na busca de alternativas para encontrar o equilíbrio, por isso, hoje nossa dica é sobre uma das formas mais lindas e completas de nos reencontrarmos com nosso corpo: a dança! Hoje a nossa sugestão é botar o corpo pra dançar, encontrar o nosso ritmo e celebrar de forma divertida a vida que nos habita.

 

“Quando surgimos no espaço e nele nos movimentamos, temos que dar

passos. A escola de dança é a escola do caminhar. O fluxo contínuo da

corrente do tempo recebe através do contato do pé um compasso. Através

dos passos determinamos uma medida de tempo e ao mesmo tempo uma

medida no espaço. O passo torna mensurável, de acordo com a música, o

ato da dança no espaço e no tempo, vivenciável e possível de ser

repetido. O nosso pensamento aprende com o pé a acertar o passo, e

assim construímos uma coluna entre o céu e a terra.”

(Bernhard Wosien)

 

Atualmente, o SUS reconhece e oferece dois tipos de dança como forma de tratamento e prevenção de doenças: a dança circular e a biodança. Ambas tem como objetivos principais estimular a comunicação das pessoas com o próprio corpo e com as outras pessoas, e trabalhar a evolução do indivíduo, desenvolvendo o seu lado emocional, além do aspecto físico. Para além de técnicas ou passos que precisam ser aprendidos, dançando livremente produzimos uma energia de alta frequência que desperta nosso corpo, harmoniza nosso emocional e promove sensação de bem-estar, de paz interior. Não é incrível?

Por isso, as dicas de hoje são acessíveis a todas e cabem no nosso dia a dia: você precisa apenas seu corpo e uma música, mais nada.

 

“E se você fecha o olho, a menina ainda dança”

O primeiro passo para ser feliz na dança é deixar a vergonha de lado, afinal, a dança não é para o outro, é para nós mesmas. As crianças, por exemplo, não tem constrangimento nenhum ao dançar, elas apenas se movimentam do jeito que sentem vontade. Precisamos aprender com elas a reencontrar essa parte dentro de cada uma de nós, afinal, dançar é quase brincar, é ter leveza e nos levar menos a sério - fato essencial para o nosso bem estar e nossa saúde. E, se pensarmos bem, não devemos nada a ninguém, certo? Certíssimo.

Música pra inspirar: A menina dança (Novos Baianos)

Dancing with myself!

Todo momento sozinha em casa é uma grande oportunidade. Por exemplo, em um dia que se sentir triste, colocar uma música que você ama e dançar livremente, sem se preocupar com nada, apenas sentir. Se tiver dançando na frente do espelho, melhor ainda, pois é uma dança consigo mesma e você mesmo vai se animar vendo esse corpo alegre que dança. Dessa maneira relaxamos nossa mente e ficamos em movimento e o movimento é essencial para nos ajudar a processar informação, a nos sentirmos melhor com nós mesmas, agradecendo esse corpo que nos sustenta.

Música para inspirar: Dancing with myself (Nouvelle Vague)

Dance com as amigas

Nas reuniões com amigas, deixar a luz baixinha e tire os móveis para abrir espaço na sala e tornar tudo mais divertido e inesquecível. É uma forma de extravasar e também de apenas sentir, sem falar, dançando em um só ritmo e se conectando corporalmente com as amigas.

Música para inspirar: I follow rivers (Lykke Li)

Dance livremente

Em festas ou qualquer lugar que tenha música e as pessoas estejam dançando, não tenha vergonha, não tente imitar os passos dos outros, apenas feche o olho um pouco e dance livremente, no seu ritmo, com seus passos - os passos não precisam ser passos, pode ser instintivo, a regra é apenas não se preocupar com o que os outros vão pensar e apenas se expressar, se você estiver feliz, ninguém vai te julgar e, se julgar, tudo bem, afinal, não devemos nada pra ninguém. Estamos felizes, dançando e expandindo nossa energia e isso é maior do que qualquer coisa.

Então vamos colocar o nosso corpo pra dançar, encontrar o nosso ritmo e celebrar de forma divertida a vida que nos habita.



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