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sua sacola está pelada

obrigada, corpo meu!

obrigada, corpo meu! | pantys

Em “amo o meu corpo do jeitinho que ele é”, falamos no último texto sobre os primeiros possíveis passos dessa jornada de autoamor, reconhecendo o quanto esse assunto está presente e influencia nossas vidas e enxergando o corpo além da expressão estética.  

Quando crianças, usamos nosso corpo como um instrumento para viver o que queremos: brincamos, dançamos e nos exibimos por aí livremente. Até que começamos a criar uma consciência da expressão estética daquele corpo e tudo muda. Com a percepção de um padrão de beleza, acabamos nos concentrando apenas na aparência desse corpo e parece que, na maior parte do tempo, a gente vai esquecendo que ele já foi, é, e deve continuar sendo muito mais do que isso: o corpo é uma ferramenta, uma expressão tangível do que somos, assim como mente e alma, ele é um meio de vivermos e de sermos felizes - e não um objeto para enfeitar o mundo. Precisamos nos lembrar que somos donas do nosso corpo, que ele é único e só nosso, e uma maneira de iniciar essa caminhada é lembrar que ele é um veículo mágico de sentir, expressar e realizar.

Pensando nisso, hoje vamos “de volta para o futuro”. Mas como assim, pantys?
É assim: e se a gente experimentasse resgatar um pouco a visão de criança que tínhamos, de que o corpo é um ferramenta que nos ajuda a viver o que queremos? A proposta é: e se a gente experimentar viver e sentir desde já tudo aquilo que sonhamos que iríamos viver só quando alcançássemos aquele “corpo perfeito”? E se a gente, de certa forma, recuperar aquela visão das crianças?Então vamos bem juntinhas?

Para começar, vamos nos olhar no espelho só de calcinha e treinar uma visão mais rebelde, contra tudo que nos ensinaram: quando os olhos e pensamentos começarem a por foco naquilo que não gostamos, vamos parar e mudar o sentido, procurando alguma partezinha que a gente ama! No começo pode ser só uma, mas depois outras novas vão aparecendo. Sim, claro, sempre tem umas coisinhas que queremos mudar, mas a gente tem que parar de olhar só para elas, porque isso gera sentimentos ruins de nós para nós mesmas e porque quando nos enxergamos por inteiras, podemos ver as deusas que somos.

Já reparou que só lembramos do quanto nosso corpo é um sistema perfeito quando adoecemos? Vamos imaginar a gente mudando essa história. No fim de um dia cheio de estudo ou trabalho, chegar em casa e agradecer por tuuudo que esse corpinho aguentou, nos ajudando a fazer tudo que a gente queria, são tantas jornadas que ele nos permite completar, lembrar disso todos os dias e agradecer nos faz assimilar suas funcionalidades incríveis.

Sabe aquele abraço demorado e de fechar os olhos que a gente ama? Esse sentimento só existe porque temos um corpo que nos permite sentir tudinho na pele, que foi feito para transmitir sentimentos, que nos permitir trocar e criar sensações com outras pessoas. E não é exatamente nesses momentos que nos sentimos vivos? Quando sentimos, expressamos e trocamos? Lindo demais a gente lembrar que essa matéria física permite tudo isso.

E para finalizar, vamos imaginar a praia do futuro: nela a canga fica na cadeira até a hora de ir embora, talvez a gente até amarre na cintura, mas não para esconder nada não, só para dar aquele charme no look, porque a gente pode, né? Aliás, a gente pode tudinho o que a gente quiser.

Essas foram apenas algumas situações que propusemos como uma brincadeira, para sonharmos com esse futuro para todas as mulheres. E sabe o melhor? A gente acredita que ele está ali, logo virando a esquina.

Para alcançá-lo mais rapidamente, temos que ser muito gratas mesmo e dar muito amor a esse sistema todo que nos permite ir a tantos lugares, abraçar tantos amigos, expressar o que sentimos, arrepiar quando nos surpreendemos... sério: tem coisa mais linda do que ser a gente mesma e estar confortável na própria pele? Nós merecemos isso e, passo a passo, com muita paciência e autoamor, vamos conquistar.

Outro forma de desenvolver essa nova relação é começarmos a ajudar nossas amigas a enxergar isso tudo junto com a gente, com uma postura ativa em que não fazemos mais elogios como “magra, linda!”. Que tal elogiarmos quando a amiga se alimenta bem ou cuida da saúde? Vamos, coletivamente, recuperar o prazer pela nutrição, deixando de enxergar os alimentos como nossos inimigos, assim, podemos nos tornar exemplos para as outras mulheres.

O corpo perfeito do futuro é esse mesmo que você tem agora. Nele não vemos inseguranças, vemos um porto seguro; não vemos medo de exibi-lo por aí,vemos coragem para nos jogar; vemos que não faz sentido querer colocar em uma forma única uma mulher imensa como a gente, a gente quer é transbordar todas as possibilidades de expressão e de sentir que nosso corpo nos dá. Vamos começar a compartilhar nossas evoluções com a relação com o corpo abrindo diálogo para esse tema tão importante?



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