o que vai ficar em 2020?

o que vai ficar em 2020?

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Estamos chegando na reta final de um dos anos mais desafiadores da nossa vida. Em maior ou menor grau, sofremos todas — no macro e no microcosmos. E nessas horas de fechamento de ciclo, colocar na balança o ano que passou pode ser um exercício precioso que permite entender o que ficará em 2020 e o que levaremos para o ano que já cruza a esquina.

Você já parou pra se perguntar o que quer deixar para trás a partir do dia 31 de dezembro?

Por aqui, temos feito esse exercício e queremos lançar o convite para que você se junte com as suas grls por aí e faça o mesmo. Se preferir fazer sozinha, também não tem problema, viu? E pra ajudar a gente dá algumas dicas bem preciosas para essa prática. Vamos lá? :)


retrospectiva
Parece que a gente viveu dez anos em um, né? E foi meio que isso mesmo. Foi tanto acontecimento que a gente nem deu conta de processar tudo que aconteceu. Então um bom começo pode ser colocar na mesa os grandes eventos que marcaram o ano e conversar a respeito de como eles respingaram em cada uma de nós. A pandemia, por exemplo, é um bom início de conversa. O isolamento físico também. Não tenha medo de se fazer perguntas: como isso me afetou? Como me senti verdadeiramente? O que não quero levar dessa experiência?

microcosmos
Se muita coisa aconteceu lá fora e a gente teve de equilibrar muitos pratinhos, isso não quer dizer que aqui dentro os eventos também não se sucederam, né? Fechamentos de ciclo, desafios, obstáculos no trabalho, fissuras nas relações, boletos, problemas de saúde na família, sustos, rompimentos, desentendimentos, novidades. Ufa. Há espaço em um ano pra acontecer um punhado de coisa, né? Coloque no papel e veja, nesses eventos, o que você não deseja repetir. O que pode ser enterrado com 2020 para que a gente não repita lá na frente, quando a mesma situação acontecer, por exemplo?

trocas
Nem sempre nossa experiência de um mesmo acontecimento é igual a quem também o vivenciou. Ter uma escuta genuína, aberta e generosa para o outro é uma possibilidade de ver detalhes que passaram despercebidos. Se você for fazer esse exercício com suas amigas ou até mesmo se fizer sozinha, procure escutar outras pessoas sobre eventos, sentimentos, experiências. Pergunte como conseguiram lidar (ou não) com aquilo, o que aprenderam, o que deixariam para trás. Amplie seu olhar e anote na sua listinha.

feedback
Essa aqui é uma daquelas diquinhas que, muitas das vezes, doem, mas que, se for um exercício feito com afeto e responsabilidade, pode ser benéfico demais. Funciona assim: escolha duas ou três pessoas que você confie, que conheçam você muitíssimo bem e pergunte, abertamente, sobre erros e acertos que, aos olhos deles, você tenha cometido no ano que termina. Dessa forma, você terá um feedback sincero e amoroso de gente que corre com você, que sabe das suas vulnerabilidades e suas potências. É um mapa da mina de ouro saber onde podemos melhorar. Ainda mais se as palavras vierem assim, num espaço seguro de troca e amor.

importante
Ó, amiga, um aviso importante: o exercício não é sobre recalcar dores e aprendizados. Até mesmo porque eles são mais que fundamentais para que a gente se transforme, mude, melhore. Entender nossos processos é parte fundamental de aprender com eles. Por isso, a proposta é que a gente faça um raio-x deste ano volátil e desafiador, veja o que aprendemos e o que, de fato, é bagagem extra que não merece ser carregada.


Se você fizer, conta pra gente aqui nos comentários ou posta sobre a experiência no Instagram marcando nosso perfil (@pantys)? Vamos ficar felizes em compartilhar <3



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