a mudança é coletiva

Oláaa minha pizza de escarola com tofupiry :)

Meu nome é Amanda Costa, sou Dir. Executiva do Perifa Sustententável, Conselheira do Pacto Global da ONU e recebi uma importante missão: bater um papo contigo sobre crise do clima, sustentabilidade e negritude, pautas que borbulham no meu coração e me atravessam enquanto ativista climática negra. 

Mas antes de eu entrar na pauta, eu gostaria de saber: o que vem na sua mente quando você pensa em CLIMA?

Talvez você pense em algo distante, como o urso polar que está ficando magrinho lá na Antártica…

Querida leitora, deixa eu te contar uma coisa: a crise climática tem um impacto global, mas já pode ser sentida a nível local!

Não podemos apenas ficar boladas e aceitar esse cenário catastrófico, precisamos nos engajar na luta socioambiental e fazer algo para mudar essa realidade. 

Antes de você fechar o coração e rejeitar o convite, me permita fazer algumas observações:

  • Você não precisa se tornar o ecochato do rolê que implora para os amigos pararem de comer carne.
  • Não é sobre assumir uma postura biodesagradável e cagar regras. É sobre uma mudança profunda de mentalidade e comportamento.
  • Você não será um abraçador de árvores esquisitão (a menos que você queira rs)

Bom, agora que fizemos esse alinhamento inicial, bora fazer um trato? Quero te pedir para se permitir conhecer um pouco do meu universo e se isso fizer sentido para você, bora se aventurar juntas nessa missão :)

A real oficial é que o nosso planeta está gritando por socorro, o atual modelo de produção e consumo está matando a vida na Terra! Vemos um aumento das queimadas, o crescimento nas taxas de desmatamento, intensificação das chuvas torrenciais (lembra das inundações em Petrópolis e no sul da Bahia?), muitas secas prolongadas, diversas perdas de safras, a alta repentina no preço dos alimentos e um completo descaso com a emergência climática.

Qualquer semelhança com o filme “Não olhe para Cima”, NÃO é mera coincidência. Tem uma crise climática que pode dizimar a vida na Terra!

Estamos no meio do caos, mas não quero que esse texto te deixe ansiosa, frustrada ou desesperada. Na verdade, quero iniciar um diálogo e te mostrar possibilidades de ação. Afinal de contas, está na hora desse assunto sair da bolha, né?

Há uma semana eu estive no meio da floresta Amazônia, em um lugar chamado Vila Arapiuns. Eu tive dois sentimentos que vibraram bem forte nessa viagem: delícia e dor. 

Delícia porque pude sentir a vida da floresta: o cheiro das chuvas, a brisa de um vento suave, o carinho das águas quando nadava no Rio Arapiuns, o acolhimento das comunidades ribeirinhas e a explosão de sabores que a culinária local me proporcionou.

Mas também senti dor. 

Senti a urgência do grito silencioso da floresta que grita por socorro. O desmatamento na Amazônia cresceu 56,6% há três anos, desde que o governo Bolsonaro assumiu o poder. E não pense que são apenas os animais que vão perder as suas casas, há uma relação direta entre as queimadas, crise climática e a extinção do nosso planeta.

Talvez agora você esteja pensando: “Amanda do céu, a treta ta louuuca! O que eu posso fazer???”

Não quero trazer um papo de coach e te apresentar uma solução superficial, eu quero desenvolver um relacionamento com você, minha querida leitora! Já abri meu sorrisinho encantador, joguei um charme e te introduzi ao tema. Agora quero saber: topa embarcar nessa missão comigo?


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