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sua sacola está pelada

serei feliz se for mais magra?

serei feliz se for mais magra? | pantys

Tira esse bolo de perto de mim”, “jaquei no final de semana”, “não acredito que você pediu pizza!”, “eu me exercito para poder comer”. Nessas falas tão comuns no nosso dia a dia fica claro como é recorrente associarmos a alimentação com sentimentos como raiva, medo e culpa. Ao ponto que nem percebemos que a fixação com a magreza acaba ocupando grande parte de nossas vidas.

Em nosso insta, apresentamos “Amo meu corpo do jeitinho que ele é”, uma reflexão sobre um tema da maior importância: a construção de uma relação pacífica com nosso corpo.

É só olhar ao nosso redor, sempre tem aquela amiga que está sempre de dieta, a outra que come e depois fica triste porque comeu, aquela que depois de comer já pensa que tem que ir à academia ou ficar o resto do dia sem se alimentar. E, sendo mais realista, muitas vezes essa pessoa é a gente mesma. E como a maioria das mulheres ao nosso redor pensam e vivem assim, seguimos repetindo como se isso fosse normal. Mas não, amigas, não é. Hoje viemos lembrar que, para construir o futuro que queremos, cheio de mulheres felizes, precisamos reconhecer que a maioria de nós não tem uma relação de saúde e tranquilidade com o corpo. Assumindo isso para nós mesmas conseguimos, de fato, mudar essa cultura cultivada há anos. Topa esse desafio?

Essa é uma questão que afeta não apenas a autoestima, mas a nossa saúde e felicidade. Mais do que apenas “aceitar” a sua forma física, criar consciência da grandiosidade disso em nossas vidas é uma maneira de despertar ações que iniciam o futuro que queremos.

Nossas inseguranças com a forma física podem nos impedir de viver momentos incríveis, ou de vivê-los de forma plena, com presença e entrega, porque estamos super preocupadas com nossa imagem e isso limita nossa expressão. E, muitas vezes, até quando nos propomos a ter uma alimentação melhor, a praticar um esporte ou mesmo a separar um tempo para nós, estamos sendo movidas por uma preocupação estética, mesmo que a gente tente esconder isso até de nós mesmas.

Chega de deixar esse plano de “ser magra” guiar nossas vidas sem a gente nem perceber. Tudo bem, é natural não gostar de alguma coisa no nosso físico, o que não é normal é deixarmos que esse desejo tome as proporções e importância que pode estar tomando hoje. Achamos que é muito importante se perguntar: de onde vem esse meu desejo de ter o “corpo ideal”? Quem falou que o meu corpo não é “ideal”? O que é uma imperfeição? Afinal, só existem “defeitos” quando tentamos nos encaixar em um padrão, quando excluímos isso, vemos singularidades.

E tão importante quanto esse olhar para dentro, é também respeitar nosso próprio ritmo nessa mudança de perspectiva, sem se cobrar demais, sabendo que estamos em uma jornada e que as mudanças não acontecem de uma hora para outra.

Não é só sobre aceitar o corpo, é sobre aprender a enxergar e amar tudo o que ele é, entendendo que ele vai muuuito além da estética. No corpo nós sentimos, vivemos, nos arrepiamos, abraçamos e existimos. Nosso corpo é uma composição mágica e sagrada. Quando usamos o corpo com funcionalidade, conseguimos enxergar além da aparência, seja por exercício físico, meditação, ou mesmo direcionando a atenção para tudo que podemos sentir na pele, como o coração acelerado, boca seca, frio na barriga: olha que perfeição!

Nessa busca por um padrão inalcançável que coloca o corpo como um objeto sem conteúdo, encontramos os transtornos alimentares, que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), são um dos problemas de saúde mais preocupantes da humanidade. Os dois principais são anorexia e bulimia, doenças que surgem quando a obsessão pela magreza gera um distúrbio psiquiátrico.

Os transtornos clínicos nos levam a refletir sobre como envolvemos os alimentos em uma atmosfera negativa, enquanto a alimentação deveria ser um momento vivido com naturalidade, como respirar ou ir ao banheiro. Mas quando a sociedade e a cultura nos ensina que é necessário viver em busca de alcançar um “padrão ideal”, os alimentos se reduzem a ideia de “caloria” e se tornam vilões. Quando nos alimentamos, estamos nutrindo nosso corpo com energia e renovando a vida dentro de nós. Mudar a visão sobre a alimentação é outro grande passo para construirmos uma relação mais harmoniosa com nosso corpo.

O corpo, assim como nossas formas de pensar e ser, muda o tempo todo, muda com a primeira menstruação, com crescimento, a idade, a fase da vida que ele se encontra, com a gravidez, o estresse, o nosso ciclo menstrual... nosso corpo é vivo e tem muitas versões, ele conta nossas histórias e guarda memórias. Nós sabemos que voltar a enxergá-lo como fonte de alegria e prazer, entendendo sua natureza mutável, não é das tarefas mais fáceis ou rápidas, mas o resultado é libertador.

Quando ampliamos o olhar, vemos as maravilhosidades que ele nos proporciona: nos permite nos conectar com o outro, com nossa essência, com o ambiente, e só evoluímos quando podemos nos relacionar, é assim que nos sentimos vivos.

O “corpo ideal” não existe, e não existe porque o padrão estético foi algo criado e se modifica muito com o tempo. E mais importante do que isso, a felicidade vem de um todo, de dentro para fora, do equilíbrio. A imagem no espelho, sozinha, não é o retrato da felicidade, é preciso que a mulher que mora dentro dela consiga enxergar o brilho que ali reside e a agradecer tudo que essa máquina orgânica, resistente e perfeita faz por nós.

Quando deixamos nossas inseguranças de lado, o corpo volta a ser nosso porto-seguro, o lugar mais único e nosso do mundo, e não mais uma prisão. Quando entendemos todas as coisas que nosso corpo faz e que podemos fazer através dele, o mundo fica mais espaçoso, não precisamos caber em uma forma e podemos, finalmente, transbordar nossa essência e nosso amor com entrega. Vamos juntas nessa jornada de ampliar a visão e começar a enxergar as mágicas que nos proporcionamos todos os dias pelo nosso corpo? Siiim <3



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cool. absorbing. obvious.