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a educação inspira a evolução: 4 jovens ativistas que são o puro #grlpwr

a educação inspira a evolução: 4 jovens ativistas que são o puro #grlpwr | pantys

Já pensou a importância que os professores têm na nossa vida? Muitas vezes só nos damos conta disso muitos anos depois - aliás, uma mensagem de obrigada no dia de hoje pode ser um gesto de puro amorzinho. É muito importante reconhecer e demonstrar agradecimento por tudo que aprendemos com eles, afinal, enfrentar uma sala cheia de alunos todos os dias é uma tarefa desafiadora e requer muito amor e vontade de transformação.

O conhecimento só pode ser passado de pessoa para pessoa, mesmo quando aprendemos em um livro, ele foi escrito por alguém e essa transmissão é o que nos faz evoluir, isso é lindo demais e mostra o quanto o ensino depende do fator humano. Por meio dessas trocas, criamos consciência do mundo ao nosso redor e de tudo que aconteceu antes de nós, estimulando o pensamento de responsabilidade que temos quanto ao futuro.

Alguns professores nos ensinam coisas que mudam nossa maneira de ver o mundo e nos despertam para algum assunto que descobrimos ser nossa paixão. E o resultado disso é para além do que podemos ver ou imaginar, carregamos para sempre em nós e desabrochamos transformações incríveis com esses aprendizados.

Neste dia dos professores e do consumo consciente, escolhemos falar de quatro jovens ativistas que, movidas pela educação, estão promovendo uma revolução e influenciando pessoas e governantes do mundo inteiro, sendo figuras centrais em movimentos importantes como da educação feminina, do acesso gratuito à produtos de higiene menstrual e também pelo meio-ambiente.

Malala - ativista paquistanesa pelo direito das meninas à educação

“É o tempo de atuar para que essa seja a última vez que nós vemos uma criança privada da educação."

Malala Yousafzai é a pessoa mais jovem a ganhar um prêmio Nobel da Paz, aos 17 anos. Sua principal causa é pelo direito das mulheres à educação, ela defende que só assim é possível alcançarmos um real empoderamento e luta por isso desde os 11 anos. Sua história no movimento começou quando escreveu um blog anônimo chamado “Diário de uma estudante paquistanesa”,para declarar sobre seu amor pelos estudos e as dificuldades vividas no Paquistão sob domínio do talibã. A obra se tornou um sucesso e logo depois, ela começou a falar publicamente sobre o assunto.Aos 15 anos,ficou conhecida mundialmente após ser baleada na cabeça ao sair da escola, por conta de seu engajamento político contra a proibição dos estudos para as mulheres em seu país. Mas isso só fortaleceu sua luta, desde então, Malala se tornou uma ativista com influência internacional na luta pela educação feminina.

Amika George - ativista britânica pelo direito à gratuidade dos produtos de higiene menstrual

“A menstruação não pode ser uma barreira à educação. É necessário garantir produtos menstruais para que todas possam ir à escola e assim, serem o melhor que elas podem ser.”

Amika George, aos 17 anos, fundou a campanha #FreePeriods para exigir absorventes gratuitos para adolescentes pobres, lutando contra a chamada “pobreza menstrual”, que impede meninas do mundo inteiro de ir à escola durante a menstruação. A campanha cresceu e se tornou um movimento internacional.Sob pressão, o governo britânico anunciou em março de 2019 que financiaria produtos de saúde gratuitos para todas as escolas e faculdades do Reino Unido.

Greta Thunberg - ativista sueca contra as mudanças climáticas

“Você vem até nós, os jovens, em busca de esperança. Como ousam? Vocês roubaram meus sonhos e minha infância com suas palavras vazias. Pessoas estão sofrendo, pessoas estão morrendo, ecossistemas inteiros estão entrando em colapso”.

Em de agosto de 2018, Thunberg, cursando o nono ano, decidiu não frequentar a escola até aseleições geraisem setembro de 2018, depois deondas de calor e incêndios na Suécia. Seu principal pedido era que o governo da Suécia reduzisse as emissões de carbono, cumprindo oAcordo de Paris. Sua atitude ganhou visibilidade e influenciou milhares de estudantes em protestos semelhantes na Holanda, Alemanha, Finlândia, Dinamarca e Austrália e hoje ela é uma das figuras centrais na greve mundial contra mudanças climáticas,. Greta tem 16 anos e é conhecida por seus discursos inspiradores e incisivos contra líderes políticos.

Catarina Lorenzo - ativista brasileira contra as mudanças climáticas

"Eu gostaria que todas as crianças entendessem que elas têm direito a um futuro e que o futuro delas e o próprio presente já estão sendo afetados pelas mudanças climáticas.”

Catarina tem 12 anos, é baiana e integra o Comitê liderado por ativista Greta Thunberg contras as mudanças climáticas. No último dia 23 de setembro, junto a mais 15 crianças e adolescentes, apresentou uma petição ao Comitê de Direitos das Crianças da Organização das Nações Unidas (ONU), apontando que alguns países, entre eles o Brasil, não estão cumprindo compromissos assumidos para reduzir suas emissões de CO2 e, assim, ameaçam o bem-estar de crianças de todo o mundo.

A adolescente é surfista e contou na Conferência que, há muito tempo, acompanha em seu dia-a-dia, como a poluição e os eventos climáticos estão apresentando resultados visíveis como a morte dos corais, o esgoto depositado no mar de Salvador, o aumento da temperatura da água e outros. Catarina sempre foi apaixonada pela vida marítima e seu objetivo é ampliar o movimento ambiental no Brasil, principalmente entre as crianças, para que possam continuar pressionando o governo para preservar o meio-ambiente.

Acreditamos que a participação dessas jovens ativistas nesses movimentos é de extrema importância, pois elas são capazes de mobilizar pessoas e ampliar a luta pelas suas causas, despertando as pessoas a partir de um pensamento da necessidade de um futuro sustentável para sua geração. Vamos junto com elas? Valorizando essas vozes e a educação que impulsiona a formação de uma consciência coletiva, podemos ir muito mais longe.



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