Sífilis: transmissão, sintomas e tratamentos | Pantys

sífilis: transmissão, estágios da doença, tratamento e prevenção

A sífilis  é uma Infecção Sexualmente Transmissível presente na sociedade há muitos séculos. Hoje, ela é considerada um problema de saúde pública mundial e vista como uma questão prioritária para o Ministério da Saúde brasileiro. Apenas em 2019, mais de 150 mil casos foram notificados no país.

Afinal, o que é sífilis? A doença é provocada pela bactéria Treponema pallidum e apresenta diversas manifestações clínicas. Além disso, ela tem diferentes estágios e é mais transmissível nos estágios primário e secundário.

Criamos um conteúdo completinho com todas as informações que você precisa saber sobre essa enfermidade. Vamos juntinhas? <3

sintomas e estágios da sífilis

As  marcar uma consulta  com a ginecologista sempre que notar algo diferente no seu corpinho. Afinal, quanto antes a doença for detectada, mais rapidamente ela será tratada. Caso o diagnóstico se confirme, avise o parceiro ou a parceira, para ambos iniciarem o tratamento.

A melhor maneira de manter-se prevenida da sífilis e de outras IST’s é usar camisinha. Hoje em dia, existem modelos com texturas e odores diferenciados que tornam o contraceptivo mais interessante. Inclusive, há uma ferida ou lesão no pênis, na vulva, na vagina, no colo do útero, na boca ou em outros locais da pele. Essa ferida rica em bactérias aparece entre 10 e 90 dias após o contágio, não costuma doer, coçar ou arder e desaparece sozinha.

sífilis secundária

O termo  sífilis secundária  refere-se àquela não tratada no primeiro estágio. Os sintomas aparecem cerca de seis semanas a seis meses após a ferida inicial cicatrizar. Entre eles, há manchas no corpo, febre, mal-estar, dor de cabeça e visão turva, que também desaparecem mesmo que sem tratamento.

sífilis latente

A sífilis latente acontece depois que a pessoa passa pelos primeiros dois estágios e continua sem tratar a doença. Nesse momento, a bactéria ainda está no corpo, mas de forma latente, ou seja, sem sintomas. Portanto, a única maneira de identificar o problema é por meio de testes laboratoriais.

sífilis terciária

A sífilis terciária representa de 15% a 25% dos casos não tratadas e pode surgir entre dois e 40 anos após a primeira infecção. Nesse estágio da  sífilis, sintomas  como lesões na pele, nos ossos, no sistema cardiovascular e neurológico podem aparecer. As complicações são graves e, às vezes, letais.

sífilis congênita merece atenção

Segundo o Ministério da Saúde, 24.130 casos de sífilis congênita — quando a mãe passa a enfermidade para o bebê — foram registrados em 2019. Para evitar a transmissão vertical, é importante que as gestantes façam testes durante o pré-natal.

A gestante deve ser testada no primeiro e no terceiro trimestre da gestação, além de fazer mais um teste no momento do parto. Antecipadamente identificada a  sífilis, tratamento  se torna possível e evita que a bactéria seja transmitida para o bebê.

Além disso, é importante ressaltar que a infecção pode trazer diversas complicações na gravidez, como o aborto, a prematuridade e a natimortalidade (quando o bebê nasce morto). Em casos graves, há aumento do fígado, icterícia, anemia, anormalidades esqueléticas, entre outras complicações.

diagnóstico e tratamento

A fase primária da sífilis é caracterizada pela presença de feridas. Então, assim que notar essas lesões na pele, marque uma consulta. Dessa forma, a médica poderá examiná-la e ouvir a sua história. Em seguida, ela vai pedir um teste laboratorial para confirmar o diagnóstico do problema.

Vale ressaltar que, antes mesmo de ir à consulta, é possível fazer um teste rápido (TR) no Sistema Único de Saúde (SUS). O resultado sai em 30 minutos e, em caso de resultado positivo, uma amostra de sangue é coletada para confirmar o diagnóstico.

A  sífilis tem cura   e o tratamento costuma ser feito com penicilina ou Benzetacil. A quantidade de injeções intramusculares varia conforme o estágio da doença. Depois do tratamento, é importante refazer os exames frequentemente para avaliar se há algum sinal de infecção no organismo.

saúde em primeiro lugar

Amiga, como sempre ressaltamos, é importantemarcar uma consulta com a ginecologista sempre que notar algo diferente no seu corpinho. Afinal, quanto antes a doença for detectada, mais rapidamente ela será tratada. Caso o diagnóstico se confirme, avise o parceiro ou a parceira, para ambos iniciarem o tratamento.

A melhor maneira de manter-se prevenida da sífilis e de outras IST’s é usar camisinha. Hoje em dia, existem modelos com texturas e odores diferenciados que tornam o contraceptivo mais interessante. Inclusive, há uma  camisinha sem látex  para quem tem alergia. Incrível, né?

Amiga, agora que você já sabe tudo sobre  sífilis, causas, sintomas e tratamentos, coloque a sua saúde em primeiro lugar e sempre use camisinha durante as relações sexuais. Seguimos juntinhas nessa jornada <3


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