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sororidade e irmandade: como ser uma incentivadora de mulheres

sororidade e irmandade: como ser uma incentivadora de mulheres | pantys

Sororidade. Soror, do latim, irmã. em cinco anos, entre 2012 e 2017, o termo aumentou 100% em buscas no Google. Mesmo assim, ainda não faz parte do dicionário oficial da língua portuguesa. Mas o que realmente importa é que está começando a fazer a diferença na vida das mulheres diariamente <3.

O termo se refere à solidariedade entre mulheres; viver em um ambiente de fraternidade. Apesar de não ser muito usado por aqui, “fraternidade” é um termo muito popular nos Estados Unidos e é usado em organizações sociais dentro das universidades.

Apesar de o conceito de sororidade estar se tornando mais conhecido e fazer parte dos discursos que encontramos por aí, nem todo mundo entende ainda como colocá-lo em prática no dia a dia. Por isso, nós da Pantys resolvemos dar uma ajudinha com algumas dicas, trazendo esse assunto tão importante para o nosso blog.

Ninguém solta a mão de ninguém: vamos juntas?

Desde muito cedo nós aprendemos que “amizade com homem é melhor, mulher é falsa”, chamamos outras mulheres de fofoqueiras ou por qualquer outro termo pejorativo. Essas ideias vão ficando enraizadas nos nossos pensamentos e criamos uma competição constante umas com as outras, mas não precisa ser assim.

Não, de verdade, não precisa, e a gente pode mudar isso!! Muitas vezes somos levadas a acreditar que sempre precisamos ser melhores que as outras mulheres; mais bonitas, mais eficientes, tendo que dar conta de tudo o tempo todo. E não é bem assim! Estar constantemente em competição é exaustivo, nem um pouco saudável e não leva a lugar nenhum.

Agora, quando resolvemos dar as mãos, ser solidárias, falar mais “eu entendo” do que “você precisa dar conta”, as coisas começam a mudar. Elas começam a mudar porque demonstramos umas às outras que temos limites, que erramos, que não somos perfeitas. Não seremos e tá tudo ótimo, porque não precisamos ser <3.

Gestos que acolhem

Sororidade é um olhar acolhedor para com a mãe que está sofrendo com o filho fazendo birra no mercado. É dar voz à colega de trabalho e valorizar o seu empenho nas tarefas. É se juntar para conquistar algo para as mulheres, porque juntas falamos mais alto.

E não estamos falando do tom, é claro. Em muitos casos, quando uma mulher fala, ela não é ouvida; seu discurso não é válido. É triste, mas ainda é a realidade. Por isso, é importante apoiar efetivamente as mulheres ao seu redor. Reconhecer o trabalho e empenho de cada uma, dar crédito ao seu discurso e endossá-lo sempre que possível.

Quando nos juntamos somos mais fortes. Dizemos que aquela fala ou aquela ação é importante, sim. Com isso, começamos a mudar o mundo em que vivemos. Troque o olhar raivoso ou de censura, por um sorriso. Diga mais “sim”. Ofereça mais ajuda. Perceba as mulheres ao seu redor. Pequenos gestos acolhem e acalentam o coração.

Empatia para que te quero

Você provavelmente já está familiarizada com o termo empatia, certo? Quando o assunto é sororidade, ele vem junto. Isso porque estamos falando sobre dar voz e ser acolhedoras umas com a outras.

A empatia é importante principalmente na hora de começar a combater aquele impulso que temos - mesmo que não seja de propósito - de nos compararmos. “Ela faz essas tarefas e tá cansada, e eu que faço tantas outras?”, “Que filho mal educado, o meu (....)”, “Nossa, mas que escolha de roupa foi essa?!”.

A empatia está aqui para nos ajudar a entender que, na maioria dos casos, também já passamos por aquele momento que a outra mulher está passando. E não precisamos julgar quem soube lidar melhor com aquilo. Pelo contrário, devemos ouvir, perguntar, ajudar. E vale lembrar: um sorriso e um olhar de “eu te entendo” podem fazer milagres!

Deixe os julgamentos de lado

Um passo importante para quem quer agir com sororidade é saber que nem todas as mulheres precisam agir da forma que você acha que é correto. Quando falamos desse conceito de irmandade, trazemos também aquela ideia de entender a decisão da outra, mesmo que ela não seja a mesma que a sua.

Sabe quando você tem uma amiga que não segue aquele conselho que achamos tão bom… Então, não terminamos a amizade por causa disso, certo? Precisamos trazer essa mentalidade para a relação com as outras mulheres do nosso dia a dia, aceitar as suas decisões mesmo quando não estivermos 100% de acordo.

Assim, evitamos criar uma cartilha e um padrão “correto” de como devemos agir para sermos boas mulheres. Afinal, é justamente contra esses padrões e imposições que lutamos, não é mesmo? Vamos respeitar mais as diferenças e aumentar a nossa empatia para com as nossas irmãs <3.

Como começar a aplicar esse conceito no dia a dia

Sabemos que mudanças de comportamento não são fáceis, por isso, separamos algumas dicas que podem ajudar a colocar o conceito de sororidade em prática. Assim, podemos ir mudando aos poucos e sempre para melhor. Vamos juntinhas?

 

  • Não julgue uma mulher porque ela tem atitudes que não são exatamente as mesmas que você teria;
  • Nós não somos inimigas ou concorrentes. Chega de competição;</li>
  • Apoie o trabalho das mulheres ao seu redor. Consuma o trabalho e produtos feitos por elas;
  • Ajude as mulheres que precisam de apoio. Ofereça para cuidar do filho dela uma noite, chame para um café, para conversar e ela ter um momento de relaxamento... Tudo é válido;
  • Vamos parar de sustentar ideias que aumentem a nossa rivalidade. N&atilde;o julgue uma roupa por ser curta ou chamativa, por exemplo. Falamos tanto sobre sermos respeitadas independente das nossas escolhas de looks, né?,
  • Empodere as mulheres que você conhece; faça elogios, aumente a autoestima delas, valorize suas falas e opiniões. Seja uma incentivadora de outras mulheres.


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